Exxon mobil investe 1.1 milhões para fase 1 do Rovuma LNG – MozFlash24H

Exxon mobil investe 1.1 milhões para fase 1 do Rovuma LNG – MozFlash24H

O projecto de exploração de gás natural na Área 4, na província de Cabo Delgado, deu um passo decisivo rumo ao seu início de operações.

É que os parceiros do consórcio, liderado pela ExxonMobil, acabam de anunciar o fecho de contratos de pré-investimento de cerca de 1,1 mil milhões de dólares para a Fase 1. O valor destina-se à compra de equipamentos críticos para as operações.

Na lista dos investimentos, constam tecnologia de ponta, incluindo sistemas de produção submarina e gasodutos, fundamentais para que o projecto possa sair do papel este ano e avançar para a chamada ‘Decisão Final de Investimento’.

A concessão marca um marco importante no avanço contínuo do projeto Rovuma LNG e demonstra o compromisso dos co-investidores da Área 4 enquanto avançam para a Decisão Final de Investimento (FID).

Segundo a ExxonMobil, a estratégia é clara: garantir desde já a compra destes equipamentos especializados, que têm longos prazos de entrega, para assegurar que, quando o projecto arrancar em pleno, tudo esteja pronto para a execução.

“O maior contracto foi adjudicado à OneSubsea UK Limited e à OneSubsea AS, com trabalhos a serem realizados no país com o apoio da Aker Solutions Mozambique (…) para serviços de engenharia, aquisição, fabrico e produção relacionados com sistemas de produção submarina, de controlo e umbilicais”.

“Ao garantir equipamentos críticos de longo prazo, estamos posicionando o projecto para uma execução eficiente e apoiando o potencial economico de longo prazo desse investimento estratégico para Mocambique”, disse Johanna Boothey, gerente principal da ExxonMobil Moçambique.

O projecto Rovuma LNG prevê, na sua fase de funcionamento, uma capacidade de produção de 18,6 milhões de toneladas de gás natural liquefeito por ano, colocando Moçambique no mapa global na produção de gás natural liquefeito.

São parceiros do projecto a ExxonMobil Moçambique, na qualidade de operador, a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, braço comercial do Estado, a chinesa CNPC, a italiana ENI, a sul-coreana KOGAS e XRG, de Abu Dhabi.

 

 

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